[KINDLE] ✾ O Mistério da Estrada de Sintra Author Eça de Queirós – Dailytradenews.co.uk


O Mistério da Estrada de Sintra explained O Mistério da Estrada de Sintra, review O Mistério da Estrada de Sintra, trailer O Mistério da Estrada de Sintra, box office O Mistério da Estrada de Sintra, analysis O Mistério da Estrada de Sintra, O Mistério da Estrada de Sintra 6599 Nesta Obra, Que Pode Considerar Se O Primeiro Romance Policial Portugu S, E A De Queir S, Com A Colabora O De Ramalho Ortig O, Faz Alternar O Mist Rio, O Crime, O Adult Rio E A Cr Tica De Costumes, Numa Sucess O De Lances Folhetinescos Que Prendem A Aten O At Ao Fim

  • Hardcover
  • 219 pages
  • O Mistério da Estrada de Sintra
  • Eça de Queirós
  • Portuguese
  • 03 January 2017

About the Author: Eça de Queirós

Jos Maria E a de Queir s was a novelist committed to social reform who introduced Naturalism and Realism to Portugal He is often considered to be the greatest Portuguese novelist, certainly the leading 19th century Portuguese novelist whose fame was international The son of a prominent magistrate, E a de Queiroz spent his early years with relatives and was sent to boarding school at the age of



10 thoughts on “O Mistério da Estrada de Sintra

  1. says:

    Romance de juventude de E a de Queir s, escrito em colabora o com Ramalho Ortig o cheira me que posteriormente ambos autores discutiram e deixaram de colaborar, al m do facto de que E a viveu posteriormente no estrangeiro at ao fim dos seus dias.Trata se de uma leitura bem entretida, nem que n o chegue s alturas liter rias que E a atingiu posteriormente O autor, que j tinha trabalhado como jornalista e publicado assim algumas cr nicas e relatos breves, mostra se nos no seu primeiro romance Esse tem ainda algum toque de romantismo, mas tamb m cont m pautas que desenvolver posteriormente nas seguintes obras O adult rio, tema t o querido da literatura realista naturalista, um assunto central na est ria.Resulta engra ado ver como E a, at ent o um obscuro jornalista de prov ncias, come a a dar os seus primeiros passos como homem de mundo Poucos meses antes de escrever este romance, visitara o Egipto por ocasi o da inaugura o do canal de Suez Deve ter sido a sua primeira estadia no estrangeiro Ora bem, O Mist rio da Estrada de Sintra decorre entre Lisboa, Sintra e Malta Malta, com efeito, foi uma escala importante na viagem do E a ao Oriente L passou um par de dias E consigo imaginar como fantasiava o jovem escritor durante aquela escala

  2. says:

    E a de Queir s youth work written in collaboration with Ramalho Ortig o, The Mystery of Sintra Road was delivered by fragments to Portuguese newspaper Di rio de Not cias by July 23 to September 27, 1870.Sort of hoax intended to mystify readers of the major newspaper in Lisbon at the time, it looks like a soap opera related authentic facts Two men are led, blindfolded, to the bedside of a corpse by masked assailants to solve this mysterious case, the protagonists themselves, each investigating on his own account, send letters to the local newspaper Developed, deductions and assumptions are advanced progressively of the publication of these letters, helping to bounce the story.

  3. says:

    Portugal s first detective novel and my first foray into Portuguese popular literature The story itself falls along the lines of nineteenth century melodrama, adventure, and romance genre conventions rather than what we today would consider the hallmarks of mystery and detective fiction the narrative is a hodgepodge of plot points strung together in a marginally coherent way, but it s rather fun in its florid emotional sweep and maintains a jaunty pace throughout Rather than the story itself, however, what is most interesting is the form and the circumstances of its initial publication composed as a series of letters, it was published in daily installments in the still operating Di rio de Not cias, a major Lisbon based newspaper It was initially believed to constitute actual events rather than a work of fiction, with the first chapters taking the form of letters to the editor detailing a personal account of an extraordinary affair as an esteemed local physician voices concern over a kidnapping and hostage situation he had become implicated in Subsequent chapters are composed of response letters and testimonies as additional characters chime in with their own perspectives, clarifying, rebutting, and submitting additional information In this sense the detective of The Mystery of the Sintra Road is not a single individual but rather the spirit of a larger community effort as multiple individuals try to piece together and solve the mysterious situation Reportedly E a de Queir s and Ramalho Ortig o only had a vague idea of where the plot was heading as they composed each day s installment but they had very specific intentions behind it, young men 24 and 33 respectively who were actively involved in Portuguese artistic circles, designing a subtle social critique as the rollicking mystery yarn exposes social attitudes and stances both through the text itself as well as in the way in which it elicits public response It was also meant as a kind of generational statement, a call to arms for young Portuguese artists to buck the past and attempt new projects and aesthetic directions Queir s would go on to become a major author, generally regarded as Portugal s greatest writer of literary realism apparently Zola considered his to be greater than even Flaubert and often ranked alongside Dickens, Balzac, and other major nineteenth century novelists In his forward to the 1884 third edition of the novel, he characterizes his and Ortig o s effort as quite atrocious, but obviously retains a lot of affection for the book of their youth The novel was only recently translated into English for the first time a very welcome development.

  4. says:

    I had so much fun with this book and I didn t want it to end It is likely the first ever Portuguese crime novel, appearing first, like so many novels of the time, in installments in a Lisbon newspaper However, unlike so many feuilleton style serializations, it appeared daily, and to make it appealing, the authors had made a deal with the paper s editor founder to make it appear as though it might be a real, ongoing story Evidently, people believed it, and the joke was on the readers It was designed to be hoax, a spoof, whatever you want to call it from the very beginning Looking back on their work in 1884, E a de Queir z notes that today he and his co author Ramalho Ortig o find their tale quite atrocious, and I have to say that from a modern standpoint they were absolutely correct On the other hand, though, I was so caught up in the story that I didn t care this book made for what I like to call a rollicking good yarn, so good, in fact, that after turning the last page, I actually put the novel down and applauded Serious crime readers wanting just the crime facts etc., may not find it to their liking, but I m in for its place in the history of crime the first Portuguese crime novel and I wouldn t have missed it for the world It may not be the most intellectually stimulating book in my reading history, but I loved it Sometimes you just gotta let go and have fun I m still sitting here with huge grin on my face because of the pleasure it gave me and sometimes, that s what really matters.

  5. says:

    4,5

  6. says:

    A estrutura deste livro escrito por E a de Queir s e Ramalho Ortig o, considerado o primeiro romance policial portugu s, est muito bem concebida, pois parte de um crime j consumado e, a partir da , que a hist ria vai sendo narrada por personagens com distintos pap is na trama , o que causa curiosidade ao leitor, dado que os factos v o sendo descritos do fim para o in cio do enredo em termos cronol gicos.Outra caracter stica inovadora da obra, trata se de a mesma ter sido escrita e publicada originariamente em folhetim no Di rio de Not cias, entre Julho e Setembro de 1870, o que levou a que muitos leitores da altura julgassem que se tratavam de acontecimentos ver dicos Ali s, essa estrutura manteve se nesta edi o, em que ao relato de cada personagem sobre a hist ria segue se a narra o por parte de outra e, assim, sucessivamente, acabando por ser revelado ao leitor, j perto do final, o autor e o m bil do crime.No entanto, a hist ria em si decepcionante e foi me dif cil ler o livro at ao final, nada tendo que ver, quanto a mim, com o estilo liter rio de E a de Queir s, o Realismo , onde a cr tica social est sempre subjacente.N o obstante o livro ter sido escrito em 1870, e por isso mesmo, o contexto social ser o da poca, as personagens e a rela o entre as mesmas est imbu da de um romantismo exacerbado, tr gico, em que as mulheres s o retratadas como seres pouco ou quase nada racionais, dadas a emo es excessivas, a as tr gicos que as conduzem a morrer, a matar ou sua reclus o, e em que os homens, seres racionais, t m a miss o de proteg las.Posso estar a ser excessivamente cr tica, mas custa me ver as mulheres assim retratadas, seja actualmente, seja no passado.

  7. says:

    Este considerado o primeiro policial portugu s, idealizado pelas mentes exc ntricas de E a de Queir s e Ramalho Ortig o Foi primariamente publicado nos folhetins do Di rio de Not cias em 1870, escrito em forma de cartas an nimas pela m o de v rios intervenientes da narrativa, e que em muito agitou a sociedade lisboeta que acreditou na veracidade dos relatos a divulgados.Assass nio, rapto, mentira e sentimentos t o humanos como o amor, a ci me e o arrependimento, encontram se para revelar uma narrativa quase real, sem nunca descurar a cr tica pela qual ambos os autores s o bem conhecidos.Ao in cio, a narrativa apresenta se mais din mica e centrada quase exclusivamente no crime que a originou, abrandando depois num relato romancesco imersa em demasiados pormenores, terminando de uma forma pouco esperada e um tanto ou quando ir nica.Em poucas palavras gostei bastante O final da narrativa n o foi, de todo, aquilo que esperava, talvez porque vi o filme antes de ler o livro apesar das hist rias de um e outro serem bem diferentes , facto do qual sempre me tentei abstrair A escrita foi soberba, muito bem pensada e delineada, e num portugu s que j n o o nosso.

  8. says:

    O primeiro livro deste g nero em Portugal mist rio e suspense, data de 1871 Surge da ideia de E a e Ramalho de abanarem a cidade de Lisboa com um dos Mist rios mais incr veis de sempre A popula o acreditou quando leu a primeira carta do Doutor no Di rio de Not cias, muitos ficaram receosos de andar pelas estradas de Sintra durante dois meses Lisboa viveu na nsia de saber mais sobre este mist rio que se inicia com um morto deitado num sof de uma casa desconhecida.A hist ria cativa nos como cativou os leitores h dois s culos atr s, se bem que n s partimos da desvantagem de saber que um romance e n o uma situa o ver dica, a adrenalina seria muito maior se, como outros, acredit ssemos na veracidade daquelas palavras Ainda assim, deliciamo nos com a hist ria de amor entre Rytmel e a Condessa W em certos aspectos lembrei me v rias vezes de Anna Karenina e Vronsky embora este s tenha sido publicado em 1873, portanto, nada de confus es plagiadas Carm n Puebla, tamb m ela fortemente apaixonada por Rytmel, capit o ingl s que parece quebrar os cora es de todas as mulheres, surge como a personagem ciumenta e um pouco a antecipa o daquilo em que a Condessa W se vir a transformar, tamb m ela delicerada pelos ci mes Uma mulher despeitada sempre um perigo Mas como disse, tudo come a com um morto raz o pela qual o doutor e F s o raptados por um grupo de mascarados enquanto passeiam na estrada de Sintra, pois pretendem que o doutor confirme a morte e as suas causas Chegados casa misteriosa, pois de localiza o desconhecida, nos apresentada outra personagem que primeiro se declara o assassino e que depois nega falamos de A.M.C um jovem m dico de Viseu que entra neste enredo de forma suspeita mas com boas inten es pelo Mascarado Alto que conhecemos a hist ria entre Rytmel e a Condessa O culpado ser julgado no fim, por este grupo de homens que, afinal de contas, circulam todos no mesmo meio.

  9. says:

    Este livro escrito a duas m os, apresentado de forma in dita, considerado o primeiro policial portugu s E a de Queiroz e Ramalho Ortig o agitaram a sociedade lisboeta com a divulga o de um crime no Di rio de Not cias, entre Julho e Setembro de 1870 Atrav s de cartas an nimas publicadas no jornal, os leitores que acreditam na sua veracidade, v o descobrindo o desenrolar da hist ria, do mist rio S mais tarde os dois autores revelam que se trata de fic o.Apesar de ser o primeiro romance de E a, as suas principais caracter sticas j est o patentes, j se evidencia a tend ncia ir nica e sat rica cr nica de costumes e escrita rom ntica muito difundida na poca A rela o entre as personagens est impregnada de um romantismo desmedido rapto, assassinato, encontros clandestinos, trai o, as, desas, ci mes, em que as mulheres Condessa de W e C rmen vivem grandes paix es, excessivas, tr gicas que as conduzem morte ou reclus o Trata se de um livro agrad vel repleto de ironia com um suspense bem delineado e com descri es fabulosas apesar de, por vezes, algumas serem um pouco exaustivas e repetitivas o que torna a narrativa lenta.

  10. says:

    Romanzo a tratti un po dispersivo e prolisso, complessivamente non mi dispiaciuto Certo, c un punto in cui ci si chiede a lungo per la verit dove gli autori vogliano andare a parare, ma poi i vari pezzi del puzzle trovano il loro posto e la soluzione del giallo tanto sensata quanto permeata da un senso morale che prescinde il concetto di giustizia comunemente inteso Non male

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *